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Contar em na’vi

Visão geral da língua

Quarenta e dois em na’vi Inventada pelo linguista Paul Frommer para o filme Avatar de James Cameron, a língua Na’vi não tem forma escrita nativa, mas pode ser transcrita no alfabeto latino, com mais dois diacríticos (ä, ì), três consoantes ejetivas (px, tx, kx) e o apóstrofo (’) para a oclusiva glotal.

Lista de números em na’vi

  • 18 – ’aw
  • 28 – mune
  • 38 – pxey
  • 48 – tsìng
  • 58 – mrr
  • 68 – pukap
  • 78 – kinä
  • 108 – vol
  • 118 – volaw
  • 128 – vomun
  • 138 – vopey
  • 148 – vosìng
  • 158 – vomrr
  • 168 – vofu
  • 178 – vohin
  • 208 – mevol
  • 308 – pxevol
  • 408 – tsìvol
  • 508 – mrrvol
  • 608 – puvol
  • 708 – kivol
  • 1008 – zam
  • 1,0008 – vozam
  • 10,0008 – zazam

O sistema octal

A numeração da língua na’vi usa o sistema octal, ou de base 8, o que pode ser explicado pelo facto de que os Na’vi têm quatro dedos. Para entender melhor a base octal, começamos com uma base mais conhecida: a base decimal. Na base 10, temos dez dígitos, do zero ao nove. Ao adicionar 1 (um) a 9 (nove), obtemos 10 (dez), ou a unidade 1 (um) seguida por 0 (zero). Este sistema é chamado notação posicional (as cifras representam as unidades, e a sua fila o expoente de dez). Assim, 132 decompõe-se em 100 + 30 + 2 = 1*102 + 3 *101 + 2 *100.
A base 8 utiliza os dígitos do 0 ao 7. A sua primeira dezena é 8 em decimal (810 = 108), a base escrevendo-se em subíndice. A decomposição de um número octal (num sistema posicional) é equivalente ao sistema decimal, só a base muda: (132)8 = 1*82 + 3 *81 + 2 *80. Se fizermos o cálculo, recuperamos o número decimal correspondente, neste caso 90.

Regras de numeração do na’vi

  • Os algarismos de um a sete são: ’aw [1], mune [2], pxey [3], tsìng [4], mrr [5], pukap [6] e kinä [7].
  • As dezenas formam-se prefixando o algarismo oito (que vale dez na base dez) pela raiz do algarismo multiplicador, à exceção de oito: vol [108/810], mevol [208/1610], pxevol [308/2410], tsìvol [408/3210], mrrvol [508/4010], puvol [608/4810] e kivol [708/5610].
  • Os números compostos formam-se sufixando a dezena com a segunda raiz do dígito da unidade (os dígitos Na’vi têm duas raízes: uma pelas unidades compostas, a outra pelas unidades multiplicadoras). A palavra para dez perde o seu -l final antes uma consoante (apocopa-se em vo-). As raízes dos algarismos compostos são: -aw [1], -mun [2], -pey [3], -sìng [4], -mrr [5], -fu [6] e -hin [7]. Depois, os números compostos de 118 a 188 são: volaw [118/910], vomun [128/1010], vopey [138/1110], vosìng [148/1210], vomrr [158/1310], vofu [168/1410] e vohin [178/1510]. Agora podemos contar até 778 (ou 6310): pxevosìng [348/2810], mrrvofu [568/4610], kivomun [728/5810]…
  • As centenas formam-se da mesma maneira do que as dezenas, isto é prefixando a palavra para cem (zam) com a raiz do algarismo multiplicador, à exceção de cem mesmo: zam [1008/6410], mezam [2008/12810], pxezam [3008/19210], tsìzam [4008/25610], mrrzam [5008/32010], puzam [6008/38410] e kizam [7008/44810].
  • A palavra pelo mil octal é vozam, e a palavra pela dezena de mil em octal é zazam. Os milhares e as dezenas de mil formam-se de maneira regular igualmente do que as dezenas e as centenas (exemplo: vozam [1 0008/51210], mrrvozam [5 0008/2 56010], zazam [10 0008/4 09610], puzazam [60 0008/24 57610]).
  • Podemos supor que os números compostos maiores do que cem se formam como em português, sem conjunção entre eles (exemplo: pxevol mrrvosìng [3548/23610], mevozam kizam vofu [2 7158/1 48510]).

Livros

Ligações

Outras línguas artísticas

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